– Mestres são homenageados em fotografias, videodocumentários e objetos pessoais;
– Exposição vai até janeiro e lembra letras de músicas e passos de músicas tradicionais;

 

Na próxima sexta-feira, dia 28 de setembro, o Museu Forte Defensor Perpétuo inaugura a exposição Os Nomes da Ciranda. A exposição, parte do projeto Paraty Ciranda, homenageia a música tradicional de Paraty e seus mestres, nomes que dão vida à memória cultural do nosso município.

A exposição conta com fotografias novas e antigas, vitrines e painéis informativos, além de peças do acervo do museu. Os nomes, as histórias, as letras e os passos de cirandas tradicionais de Paraty estão representados em músicas, vídeos, fotos, infografias, textos, objetos e ambientações que buscam levar ao público um pouco do espírito da ciranda.

A programação de abertura, nesta sexta-feira (28) terá início às 14h30 e continuará ainda no sábado. O evento é parte das atividades da 6ª Primavera de Museus, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus/Ibram, que este ano terá como tema “A função social dos museus”.

Confira a programação completa:

DIA 28/09 – sexta-feira

14h30 | Apresentação do projeto

15h00 | Exibição do minidocumentário No Tempo do Chiba, produzido pela equipe do Projeto Paraty Ciranda, sobre os velhos bailes de chiba

15h30 | Café na Roda: “Limpa banco: o chiba na roça e a ciranda na cidade”, bate-papo temático com a participação dos cirandeiros Seu Lourenço, Seu Amélio, Seu Bento, Pedrinho e Seu Verino, acompanhado de café e quitutes caiçaras

16h30 | Ciranda com o grupo Os Coroas Cirandeiros

Dia 29/09 – Sábado

14h30 | Exibição do minidocumentário Cantando Versos, produzido pela equipe do Projeto Paraty Ciranda, sobre a arte da criação de versos e do improviso dos mestres cirandeiros

15h | Café na Roda: “Os Versos – Conversa de improvisação”, bate-papo temático com os cirandeiros Seu Amélio, Julinho e Zé Malvão, acompanhado de café e quitutes caiçaras

16h30 | Ciranda com o grupo Os Caiçaras

 

O que é o projeto

Paraty Ciranda é um projeto de pesquisa proposto pelo Instituto de Estudos Sócio Culturais e Ambientais Colibri em parceria com o Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty/Ibram, aprovado pela Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro em dezembro de 2011, sobre a ciranda e outras formas de manifestação musical caiçara em Paraty.

Nesse trabalho, estão sendo mapeadas as comunidades que ainda praticam a ciranda no município de Paraty, assim como aquelas em que ainda residem cirandeiros não mais atuantes. Com isso, a equipe do projeto pretende contribuir para o resgate da história e da memória da ciranda de Paraty e de seus protagonistas.

A equipe entrevistou cirandeiros e outras pessoas relacionadas à cultura da ciranda e à cultura caiçara em Paraty, além de um levantamento bibliográfico do material já produzido sobre a musicalidade e a cultura caiçaras.

A equipe

A equipe de pesquisa do Projeto Paraty Ciranda conta com Antonia Regina de Moura, jornalista (Instituto Colibri); Isabela Marques Leite de Sousa, museóloga (Ibram), Henrique Milen Vizeu Carvalho, jornalista (Ibram); Matheus Augusto, fotógrafo e cinegrafista; Pablo Piedade, músico (Ciranda Elétrica); Pedro Campos Franke, historiador (Ibram) e Pedro de Lemos MacDowell, antropólogo (Ibram) e coordenador da pesquisa.

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A equipe do projeto convida todas as pessoas ligadas de alguma maneira à memória da ciranda em Paraty para ajudar a enriquecer essa pesquisa com acervos, histórias e informações.

Vamos juntos remar nessa ciranda. Um grande abraço a todos!
Blog do projeto Paraty Ciranda: http://paratyciranda.wordpress.com

Contatos:
Antonia Regina de Moura, pesquisadora do projeto (Instituto Colibri): (24) 9983-7897
Pedro MacDowell, coordenador da pesquisa (Ibram): (24) 3373-1038

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